Mercado de veículos em 2024 comemora vendas de 4,7 milhões, mas resultado ainda não supera recorde de 2011.

De acordo com dados da Federação da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), durante o primeiro ano de mandato de Dilma, em 2011, as vendas atingiram um pico de 5,7 milhões de veículos leves e comerciais emplacados. No entanto, ao longo dos anos seguintes, as vendas sofreram uma queda contínua e drástica, chegando ao seu ponto mais baixo em 2016, com apenas 3,2 milhões de veículos vendidos após o impeachment da presidente.
Após o período difícil durante o governo Dilma, as vendas de veículos novos emplacados começaram a se recuperar gradualmente, superando a marca de 4 milhões somente em 2019. No entanto, a pandemia da Covid-19 impactou negativamente o mercado em 2020, levando a uma queda nas vendas para 3,2 milhões de veículos. Felizmente, as vendas voltaram a crescer em 2021, mostrando sinais de recuperação.
É evidente que a era Dilma deixou marcas profundas no setor automobilístico brasileiro, e a recuperação tem sido um processo lento e gradual. A instabilidade política e econômica vivida durante aquele período deixou um legado de incertezas e desafios para a indústria automotiva do país. No entanto, a resiliência do mercado e a retomada do crescimento das vendas nos últimos anos são sinais positivos de que o setor está se recuperando aos poucos, buscando novos recordes de vendas e superando as adversidades do passado.
