Estreante na política Alex Brandão aposta na trajetória fora dos gabinetes para renovar a bancada alagoana em Brasília
A bagagem acumulada no mercado de trabalho e a distância da política tradicional são as principais apostas de Alex Brandão (Novo-AL), de 45 anos, na disputa por uma vaga de deputado federal agora em 2026. Em sua primeira eleição, o candidato defende que a transformação do estado passa pela entrada de nomes sem histórico em cargos públicos.
“Eu não venho dos gabinetes, venho da vida real. A minha maior credencial não é um sobrenome político, é a minha história”, afirma o candidato.
Natural de Maceió, Alex é casado, pai de família e acumula atuação em diversas frentes: é corretor de imóveis, produtor cultural, profissional do setor de turismo e síndico. Formado em Marketing, atualmente cursa Direito e Gestão Pública. Na área social, idealizou o Projeto Formar, iniciativa que capacitou mais de 100 jovens e inseriu participantes no mercado de trabalho como aprendizes.
Para o candidato, sua trajetória reflete os desafios enfrentados diariamente pela população alagoana. “Busco levar para a campanha a identificação de quem precisa conciliar família, trabalho e estudos para construir o próprio futuro. Não tenho uma grande máquina política por trás. Quero mostrar que pessoas comuns podem ocupar esses espaços sem abrir mão de seus valores”, ressalta.
Ruptura com a política tradicional
Filiado ao partido Novo desde 2022, Alex Brandão afirma que a decisão de concorrer ao pleito nasceu do incômodo com a perpetuação dos mesmos grupos no poder.
“Muita gente está cansada da política. Eu também já estive apenas no grupo de quem reclamava, mas chega um momento em que é preciso decidir entre continuar assistindo ou participar da mudança. Foi por isso que resolvi sair da indignação para a ação”, declara.
Para ele, a renovação da bancada alagoana depende do resgate da representatividade: “Quando a gente comum se afasta, a velha política ocupa todos os espaços. Alagoas precisa de representantes que conheçam de perto a realidade das ruas, das famílias e de quem empreende no estado.”


