AQUIAGRA
Alagoas
Politica

Vídeo: Renan critica aplicação de R$ 100 milhões no Banco Master e liga operação à gestão de JHC em Maceió

Resumo da notícia

O senador e pré-candidato ao governo de Alagoas, Renan Filho (MDB), fez críticas diretas à gestão do ex-prefeito de Maceió, JHC (PSDB), ao questionar a aplicação de recursos da previdência municipal em...

Por Redação Atualizado há • Leitura: 2 min
Publicidade

O senador e pré-candidato ao governo de Alagoas, Renan Filho (MDB), fez críticas diretas à gestão do ex-prefeito de Maceió, JHC (PSDB), ao questionar a aplicação de recursos da previdência municipal em operações envolvendo o Banco Master e o modelo adotado para pagamento da folha da educação.

Durante agenda em Arapiraca nesta segunda-feira (4), Renan apontou que cerca de R$ 100 milhões da previdência teriam sido direcionados ao Banco Master, levantando dúvidas sobre a transparência e o destino dos recursos.

“Cem milhões da previdência aplicados no Banco Master e ninguém sabe onde está”, afirmou.

A crítica foi associada diretamente à condução financeira da Prefeitura de Maceió na gestão JHC, que também decidiu transferir a folha salarial da educação para o Banco de Brasília (BRB) — medida que, segundo o senador, tem gerado insegurança entre servidores.

De acordo com Renan, professores da rede municipal demonstram desconfiança com o modelo adotado. Ele relatou casos de profissionais que, ao receberem pelo BRB, transferem imediatamente os valores para outras instituições financeiras.

Na avaliação do parlamentar, o conjunto das decisões — envolvendo tanto a folha quanto os recursos previdenciários — revela fragilidade na gestão financeira e falta de transparência.

“O modelo gera insegurança para quem depende do salário e para quem contribuiu a vida inteira com a previdência”, indicou, ao ampliar o alcance da crítica para servidores ativos e aposentados.

Renan também comparou a situação com o modelo adotado pelo governo estadual, afirmando que, no estado, os pagamentos são realizados por meio de instituição financeira com maior estabilidade.

Além do eixo financeiro, o senador citou problemas na educação da capital, como a falta de vagas em creches, ausência de concursos públicos e a greve de professores, vinculando o cenário à gestão municipal.

Para ele, o debate exige maior transparência sobre a aplicação de recursos públicos e sobre as decisões administrativas adotadas nos últimos anos.

“A gente não pode deixar que a mentira vire a única história na rua”, afirmou, ao defender ampliação do diálogo com profissionais da educação durante o período pré-eleitoral.

Publicidade