A Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestou nesta quarta-feira, 30, a favor da prisão domiciliar humanitária do ex-presidente Fernando Collor de Mello, preso desde a última sexta-feira, 25, em Maceió. A avaliação é do procurador-geral da República, Paulo Gonet, que considerou graves os problemas de saúde apresentados nos documentos entregues pela defesa.

“A manutenção do custodiado em prisão domiciliar é medida excepcional e proporcional à sua faixa etária e ao seu quadro de saúde, cuja gravidade foi devidamente comprovada (…), que poderá ser vulnerado caso mantido afastado de seu lar”, escreveu Gonet na manifestação encaminhada ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Collor foi detido após o ministro Alexandre de Moraes, do STF, rejeitar os recursos apresentados contra sua condenação na operação Lava Jato. Ele foi condenado a 8 anos e 10 meses de prisão, decisão confirmada por 6 votos a 4 na Corte.







