MDB segue sem nome para o Governo, diz Renan Calheiros

Durante a convenção estadual do MDB na manhã desta segunda-feira (07), na sede do partido, em Maceió, o senador Renan Calheiros disse que se o MDB tiver candidato competitivo e fortalecer candidaturas regionais, existe uma possibilidade de ter uma candidatura própria para a presidência da República. Caso não exista, o ex-presidente Lula será apoiado ainda no primeiro turno. Ele também destacou que o MDB ainda não tem um nome para o Governo de Alagoas. 

Calheiros falou com a imprensa e disse que o MDB tentou fazer coligação com outros partidos, mas do ponto de vista dele, as federações não caminharam. “Nós temos o maior partido congressual. A maior bancada do Senado”, destacou.

Ele cita que em Alagoas, vai ter um quadro de muitas candidaturas para o Governo e Senado, mas adianta que até o momento, o MDB não tem um nome para o Governo Estadual.. “Alagoas tem um quadro de muitas candidaturas para o Governo e Senado, mas ainda não temos o nome para o governo”.

“Estamos vivendo para a definição do governador que precisará se descompatibilizar do Governo em 30 dias e a Assembleia Legislativa eleger um governador e vice tampão”, reforça.

Segundo ele, quem for escolhido “tem condição de disputar o cargo em igualdade”. Renan Calheiros enfatiza que o MDB quer que Alagoas tenha um bom desempenho como nas últimas eleições. 

Partido está decidindo futuro de Renan Filho

Já o governador Renan Filho afirmou que o partido ainda está decidindo se ele será candidato ao Senado. “Estamos avaliando se vamos colocar meu nome ou não”. Ele reforça que a partir de hoje, o MDB estará pronto para aprofundar o debate das eleições de 2022.

Caso ele vá para o Senado, Renan já adianta o perfil do seu sucessor. “Ele não deve permitir retrocesso. É preciso que continue as obras para valorização profissional e mantenha os trabalhos em dia”.

Questionado se Renan Filho já tem um nome para o Governo do Estado, ele diz que não será o dele. “A decisão é entre eu e o MBD, se vou renunciar ou não. Me sinto pronto para qualquer missão. A Assembleia terá um papel importante caso eu renuncie”.