Maceió está 100% própria para banho, aponta boletim do IMA
Esta semana, Maceió está com 100% dos pontos analisados próprios para banho, segundo o mais recente boletim de balneabilidade divulgado pelo Instituto do Meio Ambiente de Alagoas (IMA/AL). Das 20 áreas avaliadas na capital alagoana, todas apresentaram condições adequadas para os banhistas, incluindo trechos considerados críticos em praias da Avenida, Sobral, Ponta Verde e Jatiúca.
As amostras foram coletadas no dia 22 deste mês, período em que não houve registro de chuvas na região. Após as análises, o IMA constatou que os 20 pontos monitorados em Maceió estão liberados para banho, garantindo uma condição favorável para quem pretende aproveitar o litoral da capital.
Apesar do resultado positivo, o órgão recomenda que os banhistas evitem, em qualquer época do ano, áreas que estejam diretamente sob influência de floração de algas, principalmente nos trechos localizados entre as praias da Avenida e do Sobral.
No litoral sul, o IMA analisou 23 pontos, entre o Pontal do Peba e a Praia do Saco. Apenas um local foi considerado impróprio e deve ser evitado pelos banhistas. Trata-se do trecho do Rio Niquim, na Barra de São Miguel, localizado a aproximadamente 300 metros da foz.
Já no litoral norte, foram avaliados 25 trechos. Três apresentaram resultados em desconformidade com as normas do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) e foram classificados como impróprios para banho. Os pontos ficam na Praia de Maragogi, em frente à foz do Rio Salgado; na foz do Rio Maragogi, na AL-101 Norte; e em frente à foz do Rio Persinunga.
A classificação de balneabilidade segue os critérios estabelecidos pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), que considera a presença de bactérias indicadoras de contaminação na água, entre elas a Escherichia coli.
Uma praia é considerada própria quando, em pelo menos 80% das amostras coletadas nas cinco semanas anteriores, os resultados não ultrapassam o limite de 800 NMP de Escherichia coli por 100 mililitros de água. O trecho também pode ser classificado como impróprio quando não atende a esse critério ou quando apresenta, na última análise, concentração superior a 2.000 NMP de Escherichia coli por 100 mililitros.


