The Masked Singer Brasil vira fábrica de dinheiro e rende R$ 100 milhões à Globo

Agora nas tardes de domingo e com Tatá Werneck como sua principal novidade para a segunda temporada, o The Masked Singer Brasil segue como uma máquina de dinheiro na Globo.

A emissora vai vender seis cotas de patrocínio, que no total, custam R$ 107 milhões. Apenas um anunciante em relação à temporada de 2021 deverá sair.

A informação foi publicada inicialmente pelo jornal Meio & Mensagem e confirmada pelo Notícias da TV. As cotas foram divididas em três módulos: Anfitrião, VIP e Superfã. A primeira é a mais cara, com custo de R$ 25,7 milhões. Dois espaços estão disponíveis nela.

O anunciante que comprar a Anfitrião terá espaço na TV aberta, na TV por assinatura e no digital, além de oferecer a entrevista com o eliminado da semana dentro do programa Encontro com Fátima Bernardes e em ações no É de Casa, exibido nas manhãs de sábado.

Ao todo, a Globo quer faturar R$ 107,6 milhões com a segunda temporada. É menos do que a primeira, que passou de R$ 200 milhões. Mas a produção em 2021 era exibida em horário nobre, após a novela das nove, o que eleva o poder de exposição da atração e do público alcançado.

O The Masked Singer Brasil terá 13 episódios nas tardes de domingo, às 16h, e vai bater de frente com os campeonatos Paulista e Carioca na Record. Ivete Sangalo segue no comando. Priscilla Alcântara assume os bastidores no lugar de Camilla de Lucas. Tatá Werneck substitui a cantora Simone no júri, que continuará com Taís Araujo, Rodrigo Lombardi e Eduardo Sterblitch.

Com informações Notícias da TV