Morre o ator Tarcísio Meira, aos 85 anos, vítima de Covid-19

Por O Antena

Morreu nesta quinta-feira, 12, o ator Tarcísio Meira, aos 85 anos. Ele e a esposa, a atriz Glória Menezes, de 86, foram internados no Hospital Albert Einstein, no dia 6 de agosto, em São Paulo, diagnosticados com Covid-19. Glória apresentou sintomas leves, enquanto o ator precisou ser intubado na UTI e fazer hemodiálise contínua. A atriz segue internada.

Tarcísio Pereira de Magalhães Sobrinho nasceu em 5 de outubro de 1935 e estreou na TV em 1959. Ao lado de sua esposa, Glória Menezes, estrelou a primeira novela diária brasileira, 2-5499 Ocupado, na extinta TV Excelsior, em 1963. Cinco anos depois, foi contratado pela Globo, de onde saiu em 2020, após 53 anos de relação com a emissora.

Entre seus papéis mais marcantes, estava João, de Irmãos Coragem, em 1970. Na década seguinte, Renato Villar de Roda de Fogo também fez sucesso. Em 1988, estrelou um seriado com a mulher, que levava o nome do casal. Já em 1990, protagonizou Araponga, como Aristênio Catanduva.

Também se destacam Raul Pelegrini, de Pátria Minha (1994); Giuseppe Berdinazzi, de O Rei do Gado (1996); João Medeiros, de Um Anjo Caiu do Céu (2000); o Bóris, de O Beijo do Vampiro (2002); e o Tide, de Páginas da Vida (2006). Na TV, o papel mais recente foi o do Lorde Williamson, de Orgulho & Paixão (2018). Tarcísio também passou pelo cinema, tendo feito pelo menos 19 papéis nas telonas.

A trajetória justifica a avalanche de prêmios a que foi indicado ao longo da vida — incluindo o Troféu Imprensa e o da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA). Foram pelo menos 15 prêmios como melhor ator – conquistados entre 1973 e 2021.

Vacina

Os atores receberam a 2ª dose da vacina contra Covid em março deste ano, na cidade de Porto Feliz, no interior de São Paulo.

Vale ressaltar que, nenhuma vacina oferece proteção de 100% contra doenças, mas todas reduzem o risco de infecção, hospitalização e morte, principalmente depois da segunda dose.

É importante lembrar que vacinas funcionam, mas não são infalíveis. Ainda assim, apesar de a probabilidade de infecção após a vacina ser pequena, quanto mais a doença estiver circulando, maior é o risco de o imunizante falhar. Por isso a necessidade de vacinar o maior número de pessoas possíveis o quanto antes.

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Fonte:O ANTENA.

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