Pernambucano realiza sonho de ir à uma olimpíada como técnico do Quênia

Brasileiro dirige a seleção feminina de vôlei do Quênia que vai enfrentar o Brasil na 1ª fase do torneio olímpico

Luizomar de Moura é técnico de vôlei da seleção feminina do Quênia

REPRODUÇÃO/INSTAGRAM/LUIOMAR MOURA

No comando da seleção feminina de vôlei do Quênia, o pernambucano Luizomar Moura faz sua estreia nos Jogos Olímpicos e deve enfrentar o time do Brasil na fase de grupos em Tóquio. No Instagram, o técnico falou sobre o sonho de estar em uma Olimpíada e, aos 55 anos, afirmou que “vale a pena seguir sonhando”.

“Se toda caminhada começa com o primeiro passo, escalar o Monte Olimpo exige muito esforço, comprometimento, dedicação, resiliência e uma boa dose de fé. Fé em trabalhar, em resistir. Fé na crença de que sonhos existem para serem realizados”, escreveu Moura em um post na rede social.https://67c04f3870618596c8ec584dfb1b731c.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-38/html/container.html

No Brasil, o técnico é figurinha carimbada e conhecido por colecionar vitórias: é tricampeão da Superliga feminina; já foi campeão mundial com o Osasco, e juvenil e infanto-juvenil com a seleção brasileira.

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Em Tóquio, as atletas quenianas sob seu comando vão encarar uma chave difícil composta pelas seleções da Sérvia, Coreia do Sul, Japão e Brasil. Caso passem para a próxima fase, Moura e a seleção feminina do Quênia podem ser considerados a zebra do grupo. Mas, quanto à vitória, o técnico considera que ela está além do resultado do placar. 

“Chegamos até aqui. Vamos dar o nosso melhor, pois quem dá o seu melhor, sempre vence, independentemente do placar em quadra. O que vem depois? Mais sonhos. E muito trabalho para torná-los também realidade”, disse.

Luizomar de Moura é técnico de vôlei da seleção feminina do Quênia

REPRODUÇÃO/INSTAGRAM/LUIOMAR MOURA

Sobre a busca por realizações, Moura conta que esta é sua missão desde muito jovem. O técnico revelou em seu perfil na rede social que, aos 14 anos, quase abandonou o voleibol para se dedicar ao trabalho e ajudar a família em casa.

“[Agradeço] ao meu irmão Laureano, que, quando eu tinha 14 anos e meu pai queria que eu começasse a trabalhar para ajudar em casa, pediu ao meu pai para me deixar continuar jogando voleibol. Para isso, ele, que já trabalhava, ajudaria um pouco mais nas despesas da casa”, relembrou o técnico.

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