AQUIAGRA
Alagoas
Publicidade
Politica

Deputada Fátima Canuto se posiciona contra a privatização da Ceasa e defende ouvir comerciantes e consumidores

Por Redação, com Assessoria Publicado em • Leitura: 2 min

A deputada estadual Fátima Canuto mantém seu posicionamento contrário à proposta de concessão da Central de Abastecimento de Alagoas (Ceasa), e defende que a discussão sobre o futuro do complexo seja conduzida com transparência e participação de todos os setores envolvidos. A parlamentar apoiou as duas emendas apresentadas na Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE) nessa no quinta-feira (16), que levaram o Projeto de Lei Ordinária nº 2.123/2026 de volta à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) para nova análise.

Para Fátima Canuto, uma medida com efeitos tão amplos não pode avançar sem que sejam considerados os interesses e as preocupações de quem trabalha diariamente na Ceasa e de quem depende dos produtos comercializados no local.

A proposta do Governo do Estado prevê a concessão onerosa do complexo à iniciativa privada por um período inicial de 30 anos, com possibilidade de prorrogação por mais 30 anos, totalizando até 60 anos. O modelo tem gerado preocupação entre permissionários e comerciantes, principalmente em relação às condições de permanência no espaço, aos custos de funcionamento e à possibilidade de aumento dos preços dos alimentos.

A deputada considera fundamental aprofundar o debate para compreender como as mudanças poderão afetar os pequenos e médios comerciantes, os trabalhadores, os fornecedores e os consumidores alagoanos. A Ceasa tem papel estratégico no abastecimento de alimentos, e eventuais alterações nos custos da operação podem repercutir em toda a cadeia de comercialização.

“É uma discussão que precisa ser feita com responsabilidade e ouvindo todos os envolvidos. Precisamos escutar os permissionários, os comerciantes e os usuários da Ceasa para entender os impactos dessa medida na vida de quem trabalha ali e de quem depende desse abastecimento. Uma decisão como essa exige diálogo, transparência e uma análise cuidadosa”, defende a parlamentar.

Publicidade