Essa decisão foi tomada devido à crise energética que a Venezuela enfrenta, agravada pelas mudanças climáticas. O racionamento de energia no setor público começou a ser implementado de forma estável na última segunda-feira, com previsão de durar seis semanas, podendo ser prorrogado caso necessário.
Entre os setores mais impactados, está a educação. Cerca de 70% dos professores deixaram as salas de aula devido às restrições de energia, o que compromete significativamente a qualidade do ensino no país. Além disso, outras áreas também estão sendo afetadas por essa medida, o que gera preocupação entre a população.
Os desafios enfrentados pela Venezuela são reflexo de uma crise econômica e política que se arrasta há anos, com consequências diretas na qualidade de vida da população. A redução da jornada de trabalho no setor público é apenas mais uma das medidas adotadas pelo governo para tentar contornar a crise energética, mas que vem causando impactos significativos em diferentes setores da sociedade venezuelana.
Diante desse cenário desafiador, cabe às autoridades venezuelanas e à população em geral buscarem soluções que garantam o bem-estar e a estabilidade do país a longo prazo. A crise energética é mais um sintoma de um problema maior que demanda soluções urgentes e eficazes.