Câmeras nas rodovias de Alagoas vão aplicar multas a partir de 1º de novembro
A fiscalização eletrônica nas rodovias estaduais de Alagoas começará a gerar autos de infração a partir de novembro de 2026.
Até o fim de outubro, os equipamentos instalados pelo governo estadual serão utilizados para monitorar as vias, sem emitir multas por meio do sistema de controle de velocidade.
A operação será realizada pelo Centro Estadual de Monitoramento para a Preservação da Vida no Trânsito (Cevida), estrutura instalada na sede do Departamento Estadual de Trânsito de Alagoas (Detran/AL), em convênio com o Departamento de Estradas de Rodagem de Alagoas (DER/AL).
Como vai funcionar a fiscalização eletrônica em Alagoas?
Agentes de trânsito farão o videomonitoramento das rodovias estaduais com o auxílio de equipamentos distribuídos por diferentes regiões de Alagoas.
As câmeras terão funções de monitoramento das vias, leitura automática de placas e controle eletrônico de velocidade.
Segundo o governo estadual, a instalação dos dispositivos foi definida a partir de estudos técnicos que identificaram trechos com maior incidência de sinistros de trânsito, mortes e vítimas com sequelas graves.
Os equipamentos também devem contribuir para melhorar a travessia de pedestres e a fluidez do tráfego.
Outra finalidade prevista é permitir a retirada de lombadas físicas, reduzindo a vulnerabilidade dos motoristas a situações de assalto nesses pontos.
Quando as câmeras começarão a gerar multas?
De acordo com o diretor-presidente do Detran/AL, Marco Fireman, a emissão das multas começa em 1º de novembro de 2026.
O dirigente afirmou que os dispositivos serão sinalizados para que os condutores saibam onde há fiscalização eletrônica.
Segundo ele, o objetivo da medida é reduzir acidentes e preservar vidas, e não aumentar a arrecadação com multas.
Por que o governo instalou os equipamentos?
A implantação do Cevida busca ampliar o monitoramento do trânsito e apoiar ações de prevenção de acidentes nas rodovias estaduais.
A estrutura também permitirá reunir informações para análises e estudos sobre os trechos com maior risco para motoristas e pedestres.
Além da fiscalização, o governo destaca a importância da educação no trânsito e do respeito à legislação por parte dos condutores para reduzir o número de acidentes e mortes nas estradas.


