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Adolescente é apreendido suspeito de planejar massacre em escola pública de Penedo

Por Redação, com Ascom PCAL Atualizado há • Leitura: 2 min
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Um adolescente foi apreendido suspeito de planejar um massacre na Escola Estadual João Valeriano, no município de Penedo, na Região do Baixo São Francisco. Ele foi apreendido na última sexta-feira (8) e deve ser transferido para a Unidade de Internação de Menores, em Maceió, nesta quarta-feira (13).

De acordo com a Polícia Civil, o adolescente foi detido na instituição e, dentro da mochila dele, foram encontrados objetos como faca, luva, martelo, balaclava, além de desenhos e mensagens de cunho nazista. No banheiro da escola, estava escrito: “Massacre. Todos vai morrer”, além de duas suásticas (símbolo nazista).

O delegado Rômulo Andrade gravou um vídeo direcionado aos pais e à comunidade escolar. “Já tínhamos recebido a denúncia da direção da escola na quinta-feira (7) e já estávamos com os pedidos de medidas cautelares contra o adolescente, mas tudo se precipitou na sexta-feira (8) e precisou haver essa intervenção na escola”, revelou.

Rômulo Andrade explicou quais os procedimentos adotados. “Esse adolescente está sob custódia da Polícia Civil desde sexta-feira e continuará sob custódia do Estado. Nós estaremos transferindo ele para Maceió, onde ficará apreendido na Unidade de Internação de Menores”, informou.O delegado adiantou que o adolescente atuava como uma espécie de “lobo solitário”. “Nós também já iniciamos todas as investigações nos dispositivos eletrônicos e identificamos que ele fez tudo sozinho.

Não havia nenhuma pessoa participando ou ajudando, e isso é um motivo de tranquilidade para todos. Ele agiu como ‘lobo solitário’”, comunicou.

Andrade fez um apelo para que as atividades na escola voltem ao normal. “Diante dos fatos que apuramos, a gente pode passar essa tranquilidade e pedir que as aulas retornem à normalidade. Então, pais, por favor, nós estamos dando essa garantia de que não há riscos. Podem mandar os filhos para a escola para que as aulas possam voltar naturalmente e não haja perda pedagógica para crianças e adolescentes”, concluiu.

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