Os números ainda hoje impressionam. Mesmo depois de ter enfrentado, a partir de 2016, uma crise que levou ao fechamento de 9 de 24 indústrias que operavam em Alagoas, o setor sucroenergético conseguiu se recuperar parcialmente e ressurge como o mais importante da economia alagoana.

Ao mesmo tempo, os problemas climáticos (seca), de mercado (depressão de preços internacionais) e financeiros (perda da capacidade de financiamento decorrente de questões globais) levaram a agroindústria de Alagoas a enfrentar uma crise sem precedentes, culminando na safra 2017/2018 com pior desempenho da história recente do setor, com o beneficiamento de apenas 13,7 milhões de toneladas de cana.
Desde então, o setor ensaiou um processo de recuperação. A partir da safra 2017/2018, Alagoas vem tentando retomar, sua produção histórica (média de 25 milhões de toneladas). E tem mostrado potencial para chegar lá. Depois do “fundo do poço”, em 17/18, com 13,7 mi de toneladas, a moagem foi a 16,5 mi em 18/19, depois 16,9 mi em 19/20, chegou a 17,03 mi em 20/21, 18,2 milhões de toneladas na safra 21/22 e a 20,8 mi na safra 22/23.
No atual cenário, a atividade canavieira gera 60 mil empregos diretos e outros 24 mil postos de trabalho durante o período da safra. É de longe o setor que mais gera empregos formais em Alagoas (exceto o público).
Os números da safra foram apresentados ao governador Paulo Dantas (veja abaixo) no Palácio dos Palmares.








