O governador Paulo Dantas (MDB) se pronunciou oficialmente, na manhã desta quinta-feira (30), acerca do pedido do Ministério Público Eleitoral para cassação do diploma dele, do senador Renan Filho (MDB) e do vice-governador Ronaldo Lessa (PDT) por supostas irregularidades no programa Pacto Contra Fome. Ele negou uso indevido da máquina pública em benefício próprio nas eleições de 2022 e afirmou que a acusação não se sustenta.

O programa atende cerca de 100 mil famílias de baixa renda em vários municípios alagoanos. Por meio de nota, Paulo informou que já comprovou na Justiça que a denúncia, originária por relatos levantados pela coligação que não teria aceitado o resultado das urnas no ano passado (Rodrigo Cunha), é infundada.
“Trata-se de programa de combate à fome já existente desde 2014 e que estava em execução orçamentária, tendo em vista a notória e histórica situação de insegurança alimentar ainda presente no Estado. Ressalte-se que o Pacto contra Fome foi o nome que se deu a um conjunto de ações e programas já existentes”, destacou a defesa do governador.







